Cine f/508 apresenta: Mulheres no Cinema DF | 23/03, às 10h

Não tem mais volta. O olhar das mulheres está cada vez mais presente nas telas de cinema do Brasil e do mundo. No Distrito Federal, não poderia ser diferente. Cada vez mais realizadoras constroem narrativas, formam suas equipes, compartilham seus olhares e oferecem a essa atividade, até então tão ocupada por homens, uma nova forma de existir.

Ficção, documentário e o cinema híbrido, não há linguagem audiovisual que resista a essa revolução, como veremos na sessão Mulheres no Cinema DF, que será realizada no Espaço f/508 com a presença das realizadoras Camilla Shinoda, diretora do curta “Não é pressa, é saudade”; Lorena Figueiredo, diretora do documentário “Intervenções Urbanas”; e de Paula Passos e Martha Suzana, respectivamente atriz e sonidista da ficção “Coração é terra que ninguém vê” – dirigida por Isabela Vitório.

A curadoria de Camilla Shinoda busca mostrar a diversidade da produção feminina do DF e deixa claro que lugar de mulher é no cinema sim, independente do gênero cinematográfico.

A mostra acontecerá no Espaço f/508 (CLN 413 Bloco D sala 113), no dia 23/03, a partir das 10h. As inscrições são gratuitas; basta enviar um email para equipef508@gmail.com com nome completo e um email para contato.

Sinopse dos curtas

Coração é terra que ninguém vê, de Isabela Vitório 
Marilene busca um lugar de afeto e acredita que vai encontrá-lo ao lado de seus netos

Não é pressa, é saudade, de Camilla Shinoda
Uma carta de amor ficcional proporciona um encontro real. João – um ator brasiliense – convida Marcela, uma garota pernambucana (que não é atriz), para conhecer Brasília. A visita será guiada por um roteiro afetivo de lugares importantes para a vivência real do ator na cidade em que nasceu. A construção de intimidade entre o casal de desconhecidos é acompanhada pela equipe de cinema. Documentário e ficção se misturam para contar a história desse encontro. 

Intervenções Urbanas, de Lorena Figueiredo
Intervenção Urbanas busca apresentar um novo olhar sobre o Distrito Federal, por meio das intervenções urbanas presentes no concreto da rua. Os inimagináveis assuntos, muitas vezes, esquecidos diante da rotina. São contrastados e interrogados, constituindo um personagem vivo no meio urbano.