Artistas do DF concorrendo ao Prêmio Pipa 2018

por Raisa Ramos

O Prêmio PIPA foi criado em 2010 e é o mais revelante prêmio brasileiro de artes visuais! Sua missão é divulgar a produção artística brasileira; estimular a produção nacional de arte contemporânea, motivando e apoiando novos artistas brasileiros (não necessariamente jovens); além de servir como uma alternativa de modelo para o terceiro setor.

7 artistas do DF (nascidos, radicados ou atuantes) estão concorrendo na edição de 2018, são eles:

A artista paraibana e doutoranda em Métodos e Processo em Arte Contemporânea pela Universidade de Brasília utiliza suportes precários e ordinários para construir diálogos da poética urbana, remetendo ao risco, instabilidade e a questão da efemeridade.

Fundado em 2001, o grupo EmpreZa trabalha com performances, englobando criações em vídeo, animações e fotografias com uma pesquisa focada no uso do corpo do performer como veículo de uma expressão política e potencialmente transformadora.

Mesclando seu trabalho entre pintura, fotografia, vídeo e instalações, Dalton trabalha com temáticas que envolvem sua interpretação crítica de acontecimentos históricos ou cotidianos, pela impregnação de um aspecto religioso, místico, advindo dos cultos afro-brasileiros, sempre utilizando o contraponto do seu próprio corpo e de imagens de corpos alheios, o confronto de alteridades entre o autobiográfico e o outro apropriado, o choque entre o forte e o fraco.

Adriano e Fernando Guimarães realizam projetos transdisciplinares que unem teatro, performance, artes visuais, literatura, teoria da arte, filosofia e outros campos que surgem a partir das questões que eles nos propõem, nos quais o diálogo com o outro – sejam eles criadores, pesquisadores ou o público – é o princípio norteador.

Com formação em Desenho Industrial e Artes Visuais pela Universidade de Brasília, Cecília propõe objetos e instalações que promovem a experiência de fenômenos perceptivos e imensuráveis em seu trabalho. Sua pesquisa é direcionada pelo interesse na luz, no tempo e no espaço.

Luiz Olivieri utiliza o som, o vídeo e a escultura para criar experiências sensoriais. Suas obras se dão com a transposição e a amplificação de espaços e buscam provocar ressonâncias nas fronteiras espaço-corpo, reconfigurações do cotidiano.

Restos de animais, taxidermia, resquícios materiais da indústria biológica são retratados nas obras de Raquel Nava. Seja em suas instalações ou fotografias, a artista faz o uso da paleta de cores de acordo com o uso de materiais, sempre com referência aos orgãos ou organismos animais.

São 7 artistas, sendo 3 mulheres, 2 coletivos e 1 negro.
O Comitê de Indicação também tem mais dois nomes do DF: o artista Gê Orthof e a curadora Renata Azambuja.
No dia 15 de junho serão anunciados os finalistas e no dia 15 de julho começa a votação online, ficamos na torcida!

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